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Janja critica Nikolas por vídeo sobre misoginia; deputado reage

Deputado é crítico do projeto de lei que foi aprovado no Senado

Leiliane Lopes - 29/03/2026 21h37 | atualizado em 30/03/2026 09h24

Janja e Nikolas Ferreira Fotos: Reprodução

A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, criticou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) por causa de um vídeo em que ele comenta o projeto de lei que criminaliza o discurso de misoginia. A fala do deputado foi publicada nas redes sociais na última sexta-feira (27), três dias após o Senado aprovar a proposta que, agora, será debatida na Câmara.

Em sua crítica, Janja afirmou que o parlamentar estaria divulgando informações falsas sobre o projeto e relacionou o discurso na internet ao aumento da violência contra mulheres.

– Eu quero dizer que enquanto você, deputado, se preocupava em produzir um vídeo cheio de mentiras e protegendo aqueles homens que vão pra internet disseminar discurso de ódio, uma mulher era assassinada.

Janja também afirmou que seguirá defendendo a proposta e criticou o que chamou de discurso de ódio nas redes.

– Nós mulheres não vamos desistir. Nem eu, deputado, não se preocupe. Eu vou estar sempre ao lado das mulheres nessa luta contra esse discurso de ódio. Eu não vou desistir.

Após a fala da primeira-dama, Nikolas Ferreira publicou um vídeo em resposta e disse que as críticas reforçam sua posição contrária ao projeto. Segundo o deputado, a proposta serviria para controlar opiniões.

– Obrigado, Janja, por mostrar que agora eu tenho mais do que certeza de que eu estou no caminho certo.

Nikolas também afirmou que o texto do projeto não trata de violência contra a mulher, mas de limites para o que pode ser dito nas redes.

– Até mesmo porque as pessoas compreenderam que esse projeto não tem nada a ver com violência doméstica, agressão contra a mulher ou até mesmo morte contra as mulheres.

Durante a resposta, o parlamentar citou governos anteriores do Partido dos Trabalhadores e criticou o presidente Lula, marido da primeira-dama, que, em seu terceiro mandato, tem vivenciado um expressivo aumento nos números de feminicídios no país.

– De 2003 a 2013, o governo do PT e o seu marido governou o Brasil. Não fui eu que fui presidente da República, foi o seu.

Nikolas também acusou o governo de usar o tema para fins políticos e disse que continuará criticando a proposta.

– É fazer um monte de discurso pra poder ganhar a eleição novamente, enganar as pessoas, mas que na prática não tem ação concreta alguma.

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