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Janja expulsou filha de Lula de sala do sambódromo, diz jornal

Ministros também teriam sido barrados pela primeira-dama

Pleno.News - 19/02/2026 20h23 | atualizado em 20/02/2026 11h48

Lula, Janja e Lurian Foto: Ricardo Stuckert / PR

A primeira-dama Janja da Silva discutiu com Lurian da Silva, filha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite do último domingo (15), no Sambódromo do Rio de Janeiro. O caso ocorreu na sala reservada ao presidente no camarote da prefeitura, durante desfile em homenagem ao petista.

De acordo com relatos enviados à coluna de Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Lurian entrou no espaço restrito para cumprimentar o pai. Ela estava com o filho, Thiago, neto de Lula. Para acessar a sala era necessária autorização do presidente e da primeira-dama.

Ao notar que a filha pretendia permanecer no local, Janja teria pedido que ela se retirasse. Testemunhas afirmam que a primeira-dama declarou:

– Aqui não é lugar para isso.

Segundo pessoas que estavam no camarote, Lurian respondeu que Janja não entende a relação entre pais e filhos. A porta estava aberta e assessores da Presidência e da prefeitura ouviram a conversa.

Após o episódio, pai e filha se despediram. Lurian voltou à área onde estavam convidados e foi vista chorando.

Procurada, Lurian negou que tenha sido expulsa por sua madrasta:

– Eu nem vi a Janja. Só vi o meu pai. Ela não estava na sala quando eu entrei.

O clima também era tenso entre ministros que aguardavam para falar com Lula. Muitos não conseguiram entrar na sala reservada. A explicação dada foi a de evitar tumulto, já que o espaço era pequeno.

O presidente conversava com auxiliares quando saía para a área principal do camarote. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, não teve a entrada autorizada.

Já o secretário-executivo da pasta, Marcio Tavares do Santos, permaneceu no espaço reservado e acompanhou Lula na avenida para cumprimentar integrantes das escolas.

Em nota, a assessoria informou:

– A ministra Margareth estava de férias e o Márcio estava a trabalho. Ele foi a pessoa que conduziu o presidente para cumprimentar as quatro escolas que desfilaram nesse dia. As entradas na sala privada eram para essa função. Sobre a decisão de quem entra na sala privada do presidente, sugerimos checar com a presidência, já que não é função do Ministério da Cultura.

 

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