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Brasil está entre os países que condenaram ofensiva realizada pelos EUA em coordenação com Israel

Paulo Moura - 01/03/2026 11h10 | atualizado em 01/03/2026 11h40

Netanyahu e Trump em encontro na cidade de Miami Foto: EFE/Oficina del primer ministro (GPO)

A ofensiva conduzida pelos Estados Unidos em coordenação com Israel contra alvos no Irã, seguido por retaliações iranianas a bases norte-americanas no Oriente Médio, provocou uma divisão clara na comunidade internacional.

Pelo menos oito países condenaram diretamente a ofensiva iniciada por Washington. Entre eles está o Brasil, que divulgou nota oficial criticando a ação militar realizada enquanto, segundo o governo brasileiro, ainda havia negociações em curso sobre a interrupção do programa nuclear iraniano.

A China também se manifestou contra os ataques, defendendo a interrupção imediata das operações e o respeito à soberania do Irã. Rússia, Espanha, Chile, Colômbia, Suíça e Uruguai completam o grupo que condenou explicitamente a iniciativa norte-americana.

Em sentido oposto, quatro países declararam apoio direto à decisão da Casa Branca: Israel, Argentina, Austrália e Canadá. Já nações como Alemanha, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Bahrein, Ucrânia, Catar, Egito, Coreia do Sul, Itália, Peru, Paraguai e Emirados Árabes Unidos criticaram o lançamento de mísseis iranianos contra países vizinhos.

Por outro lado, Japão, Índia, Portugal e Polônia mantiveram postura oficialmente neutra. A maior parte dos comunicados divulgados por governos ao redor do mundo concentrou-se em alertas consulares, orientando cidadãos residentes ou em viagem na região a buscarem contato com embaixadas e adotarem medidas de segurança.

SOBRE A OFENSIVA
A ofensiva americana e israelense contra o Irã começou nas primeiras horas deste sábado contra alvos em Teerã e outras cidades iranianas como Tabriz e Isfahan. Os ataques resultaram em mais de 200 mortes, segundo cálculos do Crescente Vermelho.

A ofensiva resultou na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que foi confirmada pela mídia estatal e pelo governo do país persa. Horas antes do anúncio oficial, o presidente americano, Donald Trump, já havia divulgado que Khamenei estava morto. Parentes do aiatolá também foram mortos.

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