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Presidente da CBB explica por que batistas não falam em línguas

Pr. Raphael Abdalla foi questionado sobre o tema no PodCrê

Mayara Macedo - 14/04/2026 12h10 | atualizado em 14/04/2026 13h11

Batistas na na Assembleia da Convenção Batista Brasileira Foto: Divulgação

No PodCrê, o pastor Raphael Abdalla abordou um tema muito questionado por evangélicos de outras denominações e sanou uma dúvida: porque os batistas não falam em línguas?

Presidente da Convenção Batista Brasileira, Abdalla explicou que não é uma questão complexa, mas que os batistas tradicionais não falam em línguas por uma questão doutrinária.

– Os batistas acreditam nos dons espirituais, os batistas não têm a prática da glossolália, não têm a prática de falar aquilo que ficou conhecido como língua estranhas – elencou.

Abdalla também destrinchou a declaração doutrinária dos batistas brasileiros para esclarecer ainda mais a questão.

– A salvação é um ato. No ato da salvação, o crente recebe o Espírito Santo. Então, para nós, o batismo no Espírito Santo se dá exatamente quando a pessoa é salva. Isso é um ato, mas nesse ato da salvação ele começa um processo que nós chamamos de santificação. No processo de santificação, a relação com o Espírito Santo continua de uma forma muito intensa, mas agora não para recebê-lo, mas se encher dEle – explicou o líder religioso.

– Até chegar ao estado da glorificação, ou pelo viés da morte ou com a segunda vinda gloriosa do Senhor Jesus Cristo (…). Resumindo, nós, na nossa linha de doutrina, não associamos o falar em línguas com o batismo do Espírito Santo. Para nós, o Espírito Santo é recebido pelo crente na sua conversão, um ato – disse.

Abdalla também falou sobre as falsas acusações de que batistas não crêem no Espírito Santo por não terem movimentos pentecostais e rebateu as críticas. Mais uma vez, ele reforçou que a presença do Espírito Santo não tem a ver com fatores externos ou estéticos.

– Mas nós respeitamos profundamente quem pensa diferente. Prego em igrejas pentecostais e sou recebido com muito respeito. Pregadores pentecostais pregam no púlpito da minha igreja, batista, e respeitam a nossa doutrina. Estou convicto que existem muito mais coisas que nos aproximam do que coisas que nos separam – declarou Abdalla.

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