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GO: Síndico confessou ter matado corretora e levou polícia ao corpo

Cleber Rosa de Oliveira teria colocado corpo na carroceria de sua picape e dirigido até área de mata em rodovia

Paulo Moura - 28/01/2026 10h18 | atualizado em 28/01/2026 12h24

Corretora foi morta por síndico de prédio Fotos: Reprodução/Câmeras de Segurança // Reprodução/Polícia Civil GO

O síndico do condomínio onde a corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, desapareceu em Caldas Novas (GO), confessou o homicídio e levou a polícia até o local onde deixou o corpo da vítima. Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, foi preso na madrugada desta quarta-feira (28).

De acordo com o delegado Pedromar Augusto de Souza, responsável pela investigação, além do síndico, o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi detido, suspeito de envolvimento no crime. Já o porteiro do edifício foi levado coercitivamente à delegacia para prestar depoimento.

O corpo da corretora foi abandonado pelo síndico em uma área de mata às margens da rodovia GO-213, que liga o município de Caldas Novas às cidades de Ipameri e Pires do Rio, também em Goiás. O Corpo de Bombeiros atua nas buscas pelos restos mortais, que estariam em uma área de barranco.

À polícia, Cleber afirmou que agiu sozinho e que o crime ocorreu após uma discussão intensa com Daiane, no dia 17 de dezembro, data em que ela desapareceu. Ele relatou que deixou o condomínio dirigindo sua própria picape, com o corpo da vítima na carroceria.

Imagens de câmeras de segurança já em posse da polícia mostram o síndico saindo do prédio por volta das 20h daquele dia, o que contradiz o primeiro depoimento prestado por ele, no qual havia afirmado que não saiu do local naquela noite.

As investigações apontam que Cleber e Daiane mantinham uma relação marcada por conflitos anteriores ao crime. Segundo o Ministério Público de Goiás (MPGO), os desentendimentos começaram em novembro de 2024, quando a corretora teria alugado um apartamento no prédio para duas famílias de turistas. Ao todo, nove pessoas se hospedaram no imóvel, número superior ao permitido pelo condomínio.

De acordo com o MPGO, entre fevereiro e novembro de 2025, Cleber teria praticado uma série de atos contra a corretora, incluindo monitoramento constante e interferências em sua vida profissional e pessoal, afetando sua liberdade e privacidade.

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